| NOTÍCIAS DA DEFESA DA VIDA 25/02/2005 Aborto 1-
Bispos se encontram com o Presidente da República e Ministros
- Brasil 6- Parlamento polonês se recusa a legalizar o aborto por atentar contra a nação
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Bispos se encontram com o Presidente da República e Ministros
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CNBB mantém pressão contra aborto http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u105986.shtml Longe de apaziguar ânimos, a ministra se deparou com um comitê organizado para reagir fortemente à iniciativa. A reunião com Nilcéia ontem durou uma hora e, segundo um relato ouvido pela Folha, a ministra mais ouviu do que falou. Pela CNBB participaram D.Geraldo Majella (presidente), D. Odilo Scherer (secretário-geral) e Zilda Arns (Pastoral da Criança), entre outros. Todos saíram apressados e com semblante fechado. A ministra demonstrou constrangimento. Horas antes, Nilcéia discursou para a bancada feminina na Câmara dos Deputados. A ministra assegurou aos parlamentares que o grupo que irá discutir a descriminalização do aborto no país funcionará de forma democrática. "O nosso diálogo será o mais amplo possível. Vamos garantir que todos os segmentos tenham a oportunidade de se manifestar ao longo dos trabalhos. É nesse espírito que a secretaria terá um diálogo com a CNBB", disse Nilcéia. Apesar disso, reafirmou que não há convite para a CNBB participar da comissão, já que a decisão cabe ao Conselho Nacional de Políticas para Mulheres --órgão colegiado da pasta. Já está decidido que a sociedade civil participará com seis representantes. Quatro são conselheiras ligadas ao movimento feminista. Uma cadeira é da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia). O último posto está em aberto e pode ser ou não destinado a uma representação religiosa --o conselho resiste à indicação do governo do Conic (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs). Outro tom Na CNBB, o tom do debate era outro. Em amplo encontro paralelo, os bispos avaliaram que a iniciativa de descriminalizar o aborto faz parte do que consideram a "cultura da morte". Na semana passada, avisaram que não iriam "ficar de braços cruzados". Internamente, a entidade se preocupa com a facilidade que a comissão terá para fazer uma proposta pela descriminalização. Hoje a mulher que pratica o aborto pode ser punida com uma pena de um a três anos de detenção. Além de Nilcéia, as quatro conselheiras, o Ministério da Saúde e a Secretária de Direitos Humanos têm posição favorável.
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ABORTO - UM ESTUPRO À RAZÃO * < heitorreis@brfree.com.br >
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Conselho de Saúde adia debate sobre aborto de bebês com
anencefalia
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ESPANHA: MULHER QUE ABORTOU SEU SEGUNDO FILHO VIRA LÍDER PRÓ-VIDA Madri.,
24 fev (SIR) - Maria Esperanza Puente abortou há dez anos
seu segundo filho em uma clínica espanhola. Ela se reconhece
“vítima” porque ainda sofre as conseqüências psicológicas
da síndrome pós aborto
e está decidida a contar a pior experiência de sua vida
para que outras mulheres decidam não abortar. “Sou
porta-voz das Vítimas do Aborto porque sou vítima. Nunca
ninguém me informou das conseqüências psicológicas que ia
sofrer após abortar”, assinalou Puente, agora militante pró
vida. Segundo o Semanário Alba, Puente disse que inclusive
depois de tanto tempo “sua mente guarda lembranças” que
quer esquecer, mas “a consciência humana natural indica que
não está bem o que fez”. “As garotas mais jovens lembro
que choravam baixinho, sem fazer ruído. Ninguém comentava
nada com ninguém e reinava o silêncio, quando em seu
interior gritava muito forte: não quero! Mas são gritos de
afogados, que não escuta nem quem está do lado, só você
ouve”, recordou Puente o que acontecia na clínica Abortista.
Logo depois de falar com o psicólogo, mais preocupado em
cobrar que em esclarecer dúvidas irresolutas, e de assinar um
consentimento informado para realizar o aborto, Puente entrou
na sala de cirurgia para que lhe praticassem a intervenção
que segundo ela foi “rápida e muito agressiva”. A
intervenção Puente
recorda “o curioso é como antes do aborto não lhe deixam
ver a tela do ecograma se por acaso você se arrepende,
quando já está na maca, dá no mesmo”. “Eu
estava olhando para o teto dizendo pare!, mas sem gritar.
Queria sair correndo dali mas não pude. É tão duro assumir
o que está acontecendo como a maneira em que está
passando”, indicou Puente. Maria Esperanza Puente lembra que
seu filho “foi jogado em um recipiente de cristal e fica aí,
jogado de um lado. Você o vê. Em seguida a enfermeira leva o
pote. Nesse momento é como se lhe arrancassem com ele a
vida”. Ao referir-se à síndrome pós aborto, Puente
assegura o “não se perdoar” como fator determinante, onde
qualquer situação pode fazer reviver o aborto ao qual
se submeteram. “Algumas garotas vêem uma criança de
quatro anos, que é a idade que deve ter seu filho, e se põem
a chorar”, assegurou Puente. Manipulação
Em dez anos só a Associação de Vítimas do Aborto lhe prestou ajuda. “Os médicos do Estado não oferecem ajuda, o Estado não informa, os meios de comunicação manipulam. Lançam a mensagem de que abortar é liberdade, é progresso, de que não faz mal”, afirmou Puente. Com este testemunho Maria Esperanza Puente quer ganhar a batalha pela vida e que muitas mulheres mais desistam de abortar.
6- Parlamento polonês se recusa a legalizar o aborto por atentar contra a nação VARSOVIA, 17 Fev. 05 (ACI).- A Baixa Câmara do Parlamento polonês recusou por 199 votos uma proposta impulsionada pelo Governo para permitir o aborto até as doze semanas de gestação, promover a educação sexual nas escolas primárias como matéria separada e permitir que as meninas menores de idade abortem sem o consentimento de seus pais. A lei sobre legalização do aborto foi impulsionada pela Aliança Democrática de Esquerda e teve o apoio de 183 deputados. Entretanto, não prosperou graças à tenaz oposição dos parlamentares da Liga de Famílias Polonesas, que enviaram a seus colegas centenas de caixas com pequenas bonecas que simulavam fetos de dez semanas de gestação, com a inscrição: “sua vida também começou na concepção”. Por sua vez, a Igreja se somou à campanha pela vida através de uma carta enviada aos deputados. O texto qualifica a proposta de “crime contra a nação”, sobre tudo se for levado em conta o sob índice de natalidade do país. Polônia
teve sob o regime comunista leis que favoreciam o aborto.
Entretanto, a legislação que entrou em vigor em 1993 só
permite esta prática se a saúde da mãe estiver em risco, se
o feto apresentar problemas irreparáveis ou se a gravidez for
produto de uma violação ou incesto.
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