
NOTÍCIAS DA DEFESA DA VIDA
06/01/2006
Aborto
1- Mãe de estrela de hóquei revela
que seu filho não nascido a salvou do suicídio - EUA
2- Alarmante aumento de
abortos legais na Espanha confirma fracasso de políticas estatais
3- Denunciam que campanha para legalizar aborto na Colômbia é dirigida por lobby internacional
4- BARCO DO ABORTO 0 - PORTAS 1 -
Portugal
5- CDU E CSU QUEREM PROIBIR ABORTO TARDIO - Alemanha
6- ABORTEIRA PRESA EM ABRIL; CASO CHOCA CIDADE - Brasil
População
7- Número de mortes ultrapassa número de nascimentos no Japão
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1- Mãe de estrela de hóquei revela que seu filho não nascido
a salvou do suicídio
VANCOUVER, 05 Jan. 06 (ACI) .- Faz 19 anos Annet Pogge
esteve a ponto de lançar-se de uma ponte para terminar com sua vida,
mas algo a deteve: seu filho não nascido –com apenas quatro meses de
gestação-, deu-lhe uma "chutadinha" e evitou a morte de ambos.
Annet é a mãe de Justin Pogge, goleador estrela da equipe canadense
júnior de hóquei, e nova contratação do Toronto Maple Leafs.
Faz uns dias revelou ao jornal Globe and Mail que ela tinha 22 anos
de idade, quando seu noivo e pai do Justin, a abandonou diante de
126 convidados à festa na qual se comprometeriam em matrimônio,
depois de saber que estava grávida de quatro meses.
Essa noite, aflita, a jovem decidiu suicidar-se e chegou a uma ponte
do rio que cruza Fort McMurray.
“No momento que estava pensando em fazê-lo, em terminar tudo, não só
a gravidez, mas até comigo mesma, senti um chute. Foi suave mas o
senti”, narrou a mulher e explicou que esse movimento de seu filho a
tirou do desespero.
“Foi o primeiro sinal real de vida. Me lembro que pensei: ‘Meu Deus,
este é um sinal. Deus quer que viva’. Não pude terminar com a minha
vida”, relatou.
Com muitos sacrifícios, a mãe de Justin trabalhou todos estes anos
para que seu filho seguisse no hóquei. Contou-lhe a história da
ponte faz muitos anos porque, conforme explica, queria que seu filho
soubesse que nasceu do amor e que foi sua ação a que salvou a vida
de ambos.
2- Alarmante aumento de abortos legais na Espanha confirma fracasso de políticas estatais
MADRI, 03 Jan. 06 (ACI).- Depois que o Governo desse a conhecer o aumento em 6,5 por cento do número de abortos legais realizados na Espanha em 2004 em relação ao ano anterior, o Instituto de Política Familiar (IPF) exigiu à a Ministra da Saúde, Elena Salgado, um comparecimento público imediato admitindo o fracasso de sua administração neste assunto e anunciando a "reorientação drástica de sua política fracassada e obsoleta".
Recentemente, o Ministério da Saúde e Consumo deu a conhecer que os falecimentos por abrtos na Espanha durante 2004 alcançou a cifra de 84 mil e 985, quer dizer, um aborto a cada seis minutos.
Através de um comunicado, o Presidente do IPF, Eduardo Hertfelder, assinalou que "o governo deveria dar-se conta de uma vez que, para solucionar o aborto não é a solução o potencializá-lo já seja de maneira direta ou indireta. Cada mãe que aborta é um fracasso da administração que não soube ou quis ajudá-la. O Ministério da Saúde parecesse que carece de sensibilidade para abordar este drama tanto para a mulher como para a criança".
A exigência do IPF implica a convocatória, de parte do Ministério, de uma mesa de diálogo em janeiro "com os distintos agentes sociais, peritos e instituições familiares para abordar uma nova política que defenda à mãe e ao menino".
Um aborto cada 5 minutos em 2007
Hertfelder indicou que, se continuar o crescimento de abortos ao ritmo atual, Espanha ultrapassará os 102 mil abortos no 2007, situação pela que apresentou uma bateria de propostas "para abordar de uma maneira séria e rigorosa a problemática do aborto na Espanha".
Para 2007, assinalou o presidente do IPF, mais de um milhão 200 mil crianças terão deixado de nascer na Espanha. "De fato no ano 2005 conseguiremos o triste recorde de superar o milhão de bebês (1.019.782) que terão deixado de nascer da implantação da lei do aborto no ano 1985", assinalou em um comunicado.
"que uma em cada seis gravidezes termine em aborto (o 15,8% no ano 2004) é um problema de tal envergadura e gravidade que o Governo não pode olhar a outro lado tratando de ignorá-lo ou desculpar-se", acrescentou.
Em uma carta dirigida à a Ministra da Saúde, o IPF adiantou uma bateria de propostas entre as que destacam a criação de uma "Mesa de Peritos", que analisem e proponham soluções e alternativas para resolver a problemática do aborto e a implementação dentro do Observatório da Infância, uma seção destinada ao "não nascido" e a criação de Centros de Ajuda, Atenção e Assessoramento à mulher grávida.
3- Denunciam que campanha para legalizar aborto na Colômbia é dirigida por lobby internacional
BOGOTÁ, 03 Jan. 06 (ACI).- Embora a imprensa nacional continue centrando a batalha pela legalização do aborto na Colômbia na advogada feminista Mónica Roa, um líder pró-vida da região denunciou que Roa simplesmente constitui o rosto visível de um complexo complô de poderosas organizações que procuram minar a defesa do nascituro na América Latina.
Roa ocupou as páginas dos principais meios colombianos desde que apresentou em abril passado uma proposta para despenalizar o aborto por violação, risco de vida e má formação congênita. Em dezembro a Corte Constitucional desprezou a petição por falta de argumentos, e imediatamente, Roa a colocou novamente procurando a declaração de inconstitucionalidade de todos os artigos do Código Penal colombiano que definem o aborto como crime.
Segundo o analista pro-vida brasileiro Alberto R. S. Monteiro, os jornais colombianos apresentam Roa como autora da demanda. “Contudo, no domingo 11 de dezembro, antes da segunda demanda ter sido apresentada e quando ainda nenhum jornal colombiano tinha informação a respeito, o jornal The New York Times anunciava em sua edição dominical os detalhes do que aconteceria e que a demanda seria apresentada na manhã da segunda-feira seguinte”, denunciou Monteiro.
Diferentemente dos jornais colombianos, o New York Times não apresentou o caso como uma iniciativa pessoal da advogada porém assinala a "um grupo internacional de direitos da mulher”.
O jornal entrevista a própria Roa reconhecendo que existem mais pessoas por trás de sua “iniciativa” e cita a organização norte-americana Women's Link Worldwide, cujo site na Internet “afirma que a demanda forma parte de um projeto de maior importância desta entidade, denominado Litígio de Alto Impacto na Colômbia pela Inconstitucionalidade do Aborto (LAICIA)”.
Entre as organizações abortistas que formam esta frente internacional figuram:
Center for Reproductive Rights - Centro de Direitos Reprodutivos
Escola de Direito da Universidade de Yale, EUA
Human Rights Watch
Associação Sueca para a Educação Sexual, Universidade Autônoma de Madrid
Associação de Advogados para os Direitos humanos da Escola de Direito do Harvard
Católicas pelo Direito a Decidir nos Estados Unidos e Canadá
International Planned Parenthood Federation
Alan Guttmacher Institute
International Woman's Health Coalition
A lista completa de organizações envolvidas aparece em http://www.womenslinkworldwide.org/proj_laicia.html
Monteiro também recorda que em março do 2005, Roa ofereceu uma conferência na Universidade de Nova Iorque onde apresentou com antecipação e detalhe a estratégia do LAICIA na Colômbia.
“Estamos agindo como um grupo de atores de teatro. Cada um tem um papel”, reconheceu então Roa, antecipou sua estratégia nos meios de comunicação e sua rede de influência conformada por advogados destacados.
Nessa ocasião revelou que “sua melhor jogada é uma amiga, que denunciará a própria Roa. Segundo ela, os colombianos não ficarão sabendo de que ambas debaterão todos os discursos com meses de antecedência”, assinalou Monteiro.
O especialista recordou que na entrevista Roa assegurou que as abortistas Católicas pelo Direito a Decidir se ocupariam das questões religiosas e o debate com a Igreja. Para mais detalhes sobre o que disse Roa em Nova Iorque visite http://www.law.nyu.edu/newscalendars/2004_2005/RTKseries/roa.html
Segundo Monteiro, em 2000 a rede organizada pelo Centro de Direitos Reprodutivos –do qual depende o grupo de Roa- atuou em causas relacionadas com o aborto em diversos países. Na Hungria, a rede conseguiu derrogar uma nova lei que limitava o acesso ao aborto, e na Rússia organizou um congresso do Bioética para impedir a introdução de um Código de Bioética que minaria segundo o Centro, direitos sexuais básicos.
“Mas a rede também atua na Nigéria, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Peru, Polônia, Romênia, África do Sul, Índia, Nepal, Paquistão e dezenas de outros países da África. Entre os patrocinadores desta instituição se encontram as conhecidas entidades anti-vida, Fundação MacArthur, Fundação Packard, Fundação Ford, Fundação Grove, John Merck Fund e dezenas de outras, que colaboram anualmente cada uma com centenas de milhares de dólares”, colocou Monteiro.
4- BARCO DO ABORTO 0 -
PORTAS 1
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=484600&div_id=291
2005/12/28
Bruno Martins
Clínica flutuante esteve três semanas à espera de autorização para
entrar em Portugal. Tribunal acabou por dar razão ao Governo. Aborto
esteve outra vez em debate na praça pública
Em Agosto, um barco holandês veio agitar as ondas da opinião pública
portuguesa e reacender o debate sobre a prática do aborto. O anúncio
da chegada da clínica ginecológica flutuante da organização «Woman
on Waves», que veio a convite de quatro associações portuguesas,
levantou vozes a favor e vozes contra.
Mas o Borndiep não chegou sequer a entrar em Portugal. O barco, com
destino ao porto da Figueira da Foz, vinha com o propósito de ajudar
mulheres portuguesas a abortar, fora de águas territoriais. Tal como
já tinha feito na Polónia e na Irlanda. Mas, em Portugal, não
conseguiu sequer autorização para entrar. O Ministério da Defesa
chegou mesmo a enviar para junto do barco duas embarcações da
Marinha para garantir que o Borndiep não entrava em águas
portuguesas. Jorge Sampaio exigiu explicações ao Governo, «como
Comandante Supremo das Forças Armadas».
Paulo Portas, ministro da Defesa, justificou a decisão de proibir a
entrada em águas portuguesas ao «Barco do Aborto» para «proteger a
aplicação da Lei portuguesa».
Para o ministro, se Portugal fizesse concessões e deixasse aportar o
barco, «nunca mais teria autoridade para combater outras actividades
ilegais». E acusou a Women on Waves «de incitar a actos que, em
Portugal, são criminosos», comparando a entrada do barco holandês ao
«tráfico de droga, pesca clandestina ou imigração ilegal».
Durante cerca de três semanas muito se falou e muito se escreveu
sobre a interrupção voluntária da gravidez. O primeiro-ministro
Santana Lopes «acolheu» várias manifestações e petições à porta de
S. Bento a pedir a entrada do Borndiep. Mas o Governo mostrou-se
sempre irredutível.
O Borndiep era para ter ficado em Portugal durante duas semanas, mas
as condições obrigaram a tripulação holandesa a mudar os planos. Com
o passar dos dias, e sem conseguir aportar, começaram a faltar
mantimentos. Por isso, o barco do aborto rumou até Vigo para
reabastecer, onde não teve qualquer problema para atracar.
Rebecca Gomperts, a presidente da organização holandesa, chegou
mesmo a ir à televisão «ensinar» a fazer um aborto. Gomperts
apresentou um medicamento para o estômago, acessível a qualquer
mulher e em qualquer farmácia, que pode ser usado para interromper a
gravidez.
O caso foi parar à barra dos tribunais. Mas a Justiça portuguesa
acabou por dar razão ao Governo português, ao decidir que o barco
não poderia entrar em águas nacionais. O despacho do tribunal de
Coimbra alegou que, embora os abortos fossem iniciados em alto mar,
só viriam a ser finalizados quando as mulheres já estivessem em solo
português.
A Woman On Waves acabou por regressar a casa quatro dias antes do
previsto. Mas um dos objectivos a que se propôs foi cumprido:
debater a questão da interrupção voluntária da gravidez. O Governo
mostrou abertura mas afastou a hipótese de alterar lei do aborto até
ao final da legislatura, em 2006. Santana Lopes frisou que é
necessário preparar «um novo tempo, porque nem as sociedade são
estáticas, nem as leis são estáticas, nem os referendos são
estáticos», mostrando disponibilidade para «trocar ideias».
5- CDU E CSU QUEREM PROIBIR
ABORTO TARDIO
20/12/2005 Deutsche Welle
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1829790,00.html
A União Democrata Cristã (CDU) e a União Social Cristã (CSU) -
partidos integrantes do governo da grande coalizão alemã - querem
proibir o aborto a partir da 23ª semana de gravidez.
"Vamos mudar prática escandalosa na Alemanha", disse o deputado
federal Johannes Singhammer, porta-voz para asssuntos da mulher da
bancada da CDU/CSU no Bundestag, ao jornal Münchner Merkur, da
Baviera.
"Nenhuma pessoa sensata pode ficar tranqüila, se uma criança capaz
de viver é abortada só porque é portadora de deficiência ",
argumentou. "O crescente número abortos tardios preocupa muito os
democratas-cristãos", confirmou o líder da CDU, Volker Kauder. Ele
acredita que será possível chegar a um acordo com o Partido Social
Democrata para restringir a lei.
A permissão do aborto após a 23ª fora introduzido para salvar a vida
de mulheres que corriam risco devido à gravidez. "A regra, porém,
está sendo distorcida. Hoje não só a deficiência está em primeiro
plano", disse Singhammer. "Precisamos repensar urgentemente o valor
da vida", acrescentou.
Ulla Ellerstorfer, vice-presidente da associação independente Pro
Família, que oferece aconselhamento a gestantes, rejeitou a proposta
de Singhammer. Ela argumentou que esses casos de aborto são
"extremamente raros" e envolvem "tragédias humanas individuais".
6- ABORTEIRA PRESA EM
ABRIL; CASO CHOCA CIDADE
Diário de Marília, [Interior de São Paulo]
24-12-2005
http://www.diariodemarilia.com.br/ver_noticia.php?noticia=35225
A DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) pediu em abril a prisão
preventiva da dona-de-casa Doralice dos Santos Medeiros, 61, acusada
de promover abortos e formar um cemitério clandestino de fetos na
zona sul.
Dora, como a mulher é conhecida pelos vizinhos, disse ao Diário que
é muito religiosa, devota de Nossa Senhora de Fátima e fã do Padre
Marcelo e que parou com os crimes.
Mas confessou ter feito quatro abortos. Afirmou que todas as vezes
deu chás abortivos às mulheres. Disse que está arrependida e
reconhece que errou. "Mas não errei sozinha, porque as mulheres é
que me procuravam."
Doralice afirmou ainda não ter medo de ser presa. "Deus é quem sabe
se eu mereço ir para a cadeia."
Conta que nunca mais atendeu as mulheres desde o dia do flagrante e
alega que a mulher que a procurou mais tarde só queria vender peças
de lingerie. "Já recusei cerca de dez pedidos."
Afirmou ter recebido uma "aparição divina" e recebeu uma segunda
chance. "Por isso parei com tudo, agora me sinto mais leve, não
tenho mais pesadelos."
O esquema foi descoberto em outubro de 2004. O inquérito foi
encaminhado dia 6 de abril deste ano ao fórum e a prisão foi pedida
porque a polícia entende que Medeiros continuará a praticar os
crimes enquanto ficar solta.
Segundo a polícia, ela não se inibiu com a prática e dois meses
depois do flagrante teria montado estrutura para novo aborto. O
crime só não se consumou porque a Polícia Militar recebeu uma
denúncia anônima e conseguiu impedir.
Entre as suas clientes estavam moças e senhoras. Pelo menos em um
caso, a acusada garante que fez dois abortos para a mesma mulher. O
primeiro caso aconteceu há 17 anos, com uma mulher grávida de dois
meses.
Em 28 de outubro de 2004, a polícia encontrou quatro fetos
enterrados no quintal da casa da acusada, na zona sul, além de panos
sujos de sangue, sondas e outros equipamentos.
A polícia acredita que dezenas de abortos foram praticados, já que
ficou apurado que ela atuava nessa prática por mais de 15 anos.
A mulher cobrava entre R$ 150 e R$ 200 para realizar os abortos, que
aconteciam no quarto dela. Ela mesma os enterrava no quintal, após
rezar.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2005/12/22/ult729u52994.jhtm
22/12/2005 - 14h57
7- Número de mortes ultrapassa número de nascimentos no
Japão
TÓQUIO (Reuters) - O número de mortes no Japão, em 2005, deve ultrapassar o número de nascimentos pela primeira vez em mais de um século, mostraram dados do governo divulgados na quinta-feira.
O fenômeno aponta um eventual encolhimento da população japonesa capaz de ameaçar a economia do país.
Apesar de outros fatores terem de ser considerados, entre os quais os fluxos migratórios, os meios de comunicação japoneses disseram que os dados apontavam efetivamente para uma diminuição da população.
O envelhecimento da população japonesa e a diminuição na taxa de natalidade podem significar, no futuro, um golpe duro contra a segunda maior economia do mundo, já que haverá um número cada vez menor de pessoas trabalhando para sustentar um número cada vez maior de aposentados.
Um relatório anual do Ministério da Saúde disse que o número de mortes deve superar o número de nascimentos em cerca de 10 mil neste ano. Essa seria a primeira vez que o fenômeno se verifica desde que o governo começou a compilar esses dados, em 1899.
Se o tamanho da população do país realmente diminuir neste ano, isso significará que o esperado declínio estaria começando dois anos antes do previsto pelo Instituto Nacional de Pesquisa da População e da Segurança Social, um órgão japonês.
O encolhimento no número de habitantes significaria um sério problema para a economia e para a situação fiscal do país, disse o ministro da Economia do Japão, Kaoru Yosano.
"A questão populacional será um problema sério e inevitável para a sociedade japonesa", disse.
Ministros do gabinete de governo defendem que o Estado melhore a infra-estrutura de atendimento às mães, com a construção por exemplo de mais creches, e que aumente a ajuda a mulheres que criam seus filhos.
Em um documento divulgado na semana passada, o governo japonês disse que a população do país cairia pela metade em menos de um século se nada fosse feito para aumentar a taxa de natalidade, atualmente em queda.
Essa taxa caiu para seu patamar mais baixo do pós-guerra em 2004, para 1,288 criança por mulher.
(Reportagem adicional de Yoko Nishikawa)

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