NOTÍCIAS DA DEFESA DA VIDA
05/05/2006

População 

1- Alemanha Pretende Inverter as Taxas de Natalidade 

2- Primeiro-Ministro (finalmente) preocupado com a natalidade - Portugal

3- Japão: Adultos são novo público-alvo para brinquedos
4- Queda da natalidade é conseqüência da falta de amor, diz o Papa - Vaticano

 

Aborto

5- O Direito de Viver!!! - Brasil

6- Publicidade proibida - Brasil

7- Mau uso de medicamento faz Anvisa tirar ofertas do ar - Brasil

8- Operação tira do ar sites que anunciavam venda de remédio abortivo – Brasil

9- CONTRA A GUERRA E CONTRA O FETO – Brasil

10- Jovens argentinos entregam 250 mil assinaturas para impedir legalização do aborto - Argentina

11- Frente Evangélica lança campanha contra infanticídio

 

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1- Alemanha Pretende Inverter as Taxas de Natalidade  

BERLIN Como ministra, médica e mãe de sete filhos, Ursula von der Leyen fala com experiência quando ela pressiona os legisladores alemães a tornar mais fácil acombinar trabalho e filhos. A ministra da família de 47 anos, está liderando os esforços do governo alemão de combater uma das mais baixas taxas de natalidade da Europa, alavancando um sustema de benefícios generoso. Os nascimentos na Alemanha caíram em 4 por cento em 2005 em relação ao ano anterior. É a taxa mais baixa desde a segunda guerra e pior que 1946, quando 922,000 bebês nasceram mesmo na Alemanha em ruínas.
O governo gasta anualmente em programas de suporte à família, perto de US$ 103 bilhões, desde licença maternidade paga de tres anos até subsídios mensais de $185 por criança até 10 anos de idade.
Muitos observaram que outros países parecem ter chegado a taxas de natalidade mais baixas gastando menos, mas tornando mais fácil para os pais combinarem trabalho e família. Em particular a França, e a Suécia pagam subsídios por filho menores que o da Alemanha mas tem uma grande rece de creches baratas que cuidam dos bebês até a idade escolar.
Além disto a França oferece ajuda adicional às familias que precisam de cuidados domésticos. Os suecos oferecem aos pais ou às mães, 80 por cento do salário para ficarem até 480 dias em casa cuidando dos filhos.
Emquanto os franceses tiveram 12.7 novos bebês por cada 1,000 residentes em 2004 e os suecos 11.2, a Alemanha teve 8.5 novos nascimentos, a mais baixa taxa da Europa. .
Na terça feira, os ministros alemães concordaram em melhorar os esforços para novos pais, incluindo uma cláusula que recompensa pais que concordam em ficar em casa. De acordo com esta nova norma, qualquer um dos pais pode ficar em casa um ano e receber 67 por cento do salário, até $2,250 por mes. Para von der Leyen, a política do governo tem que ir além de financiar pessoas, tem que ajudar nas necessidades práticas do cuidado de ciranças e tem que mudar a atitude da sociedade em relação a crianças.
"A mentalidade que existe aqui é o resultado de várias causas inclusive a discriminação sistemática e estrutural por décadas contra as pessoas que querem ter filhos. " Nora Austin, uma mãe de 27 anos que trabalha como consultora concorda. Ela recentemente retornou a cidade natal de Frankfurt depois de trabalhar por um ano em Dublin, na Irlanda.
"Lá é totalmente normal que a mulher tenha filhos e tenha um trabalho" , disse Austin. "E você pode levar seus filhos para qualquer lucar, restaurantes, barzinhos, e as crianças são muito bem aceitas."
A ministra considera que uma dos problemas maiores é criar um ambiente que faça as pessoas sentirem-se confiantes em que ter uma família não vai impedir que tenham uma profissão. Todas as reformas objetivam tornar mais fácil para os jovens alemães combinar trabalho e família o que, por seu turno, garantirá o sistema previdênciário do berço até o túmulo, disse von der Leyen.
"Eles ganham o salário, contribuem para o sistema previdenciário e educam os filhos que conduzirão o país para a geração seguinte, disse a ministra. "Isto é realmente algo kuito bom e nós como sociedade atual temos que fazer tudo para tornar o trabalho mais fácil para eles". Ao mesmo tempo ela espera que as reformas mudem a idéia vigente de que crianças são um problema, porque ao invés disto crianças, filhos, são elementos essenciais da sociedade ." "Quero abrir esta discussão, porque desperta a consciência de que filhos trazem consigo valores insubstituíveis, está mais que na hora de decidirmos como vamos ter futuro, com filhos ou não".
Birthrate (a taxa de natalidade brasileira atualmente é baixa, está em 1.6%)
(AP Photo/Fritz Reiss) :: German Familiy Minister Ursula von der Leyen during a reception for star singers from the St. Hedwig cathedral in Berlin on Jan. 11, 2006.
 

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Comunicado

2- Primeiro-Ministro (finalmente) preocupado com a natalidade

Primeiro-Ministro em 27 de Abril, na Assembleia da República (sublinhados APFN):

"4 - Em quarto lugar, as políticas públicas não podem continuar alheias aos problemas da evolução dramática da natalidade. Precisamos de mais incentivos à recuperação da natalidade. E a Segurança Social deverá aqui desempenhar um papel, no contexto de uma política mais alargada para a família. É por essa razão que proporemos que a taxa contributiva dos trabalhadores varie, ainda que moderadamente, em função do número de filhos. Afinal, é da riqueza criada pelas futuras gerações de trabalhadores que resultará a garantia dos rendimentos na velhice dos futuros pensionistas. Não há, evidentemente, soluções mágicas para este problema. Mas esta é, sem dúvida, uma mudança justa e que aponta no bom sentido."

A APFN congratula-se com o anúncio feito hoje pelo Primeiro-Ministro de que irá fazer variar a taxa contributiva para a Segurança Social em função do número de filhos, medida com uma enorme força política no sentido de contrariar a cultura anti-natalista que tem sido promovida e alimentada nos últimos trinta anos.

No que diz respeito às outras medidas anunciadas para promover a sustentabilidade da Segurança Social, a APFN considera-as como inevitáveis e, infelizmente, ainda curtas, como o tempo (curto) se encarregará de demonstrar.

Com efeito, o Governo está a anunciar estas medidas baseado no "Relatório de Sustentabilidade de Segurança Social" que, conforme temos vindo a denunciar desde a primeira hora, está viciado na projecção demográfica, ao prever que o índice sintético de fecundidade vai aumentar de 1.4 para 2.0 filhos por mulher em 2050!!!

Qualquer pessoa, olhando para a evolução deste índice nos últimos 30 anos e observando a cultura dominante, facilmente se apercebe que a tendência será, como tem sido, decrescente!

É por ainda acreditar neste Relatório, que o Primeiro Ministro afirmou que a gravidade da situação da Segurança Social é sobretudo devido ao aumento de esperança de vida!

A APFN apela ao Primeiro Ministro que, como engenheiro que é, analise os fundamentos deste Relatório, e, perante o erro grosseiro e como Primeiro Ministro que é, ordene ao INE para efectuar uma projecção realista e à Segurança Social para rever o famigerado Relatório! E, claro, também como Primeiro-Ministro que é, e com a coragem política que tem vindo a revelar, adopte verdadeiras políticas de família e de natalidade, na linha do que a APFN tem vindo a defender e promover, assim como a Comissão Europeia e a OCDE, para reduzir e eliminar o actual défice de 33%!

É óbvio que, agora, o Governo não pode deixar de tomar as medidas de austeridade que anunciou, apesar de não ser responsável pela situação actual.

Tal deve-se à distracção durante 30 anos, e é naturalíssimo que a geração que se distraiu pague pela sua distracção.

No entanto, as famílias numerosas não têm qualquer responsabilidade por este facto. Pelo contrário!

Por esse motivo, é da mais elementar justiça que, como reclamamos, as pensões de reforma sejam indexadas ao número de filhos, dando a liberdade às pessoas de optarem por terem filhos, garantindo a sustentabilidade de um Sistema de Segurança Social para todos ou, pelo contrário, optarem por sistemas alternativos de previdência, limitando-se a preocuparem-se com o seu umbigo, como agora parece ser moda.

27 de Abril de 2006

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira
Área 3, Lote 1, Loja A
1750-084 Lisboa
Tel: 217 552 603 - 917 219 197
Fax: 217 552 604

Para saber mais:

Sobre a APFN, visite o nosso site;

Sobre o nosso programa "Primavera APFN" para combater o Inverno Demográfico, clique aqui;

Sobre as nossas propostas para "Autarquias Amigas da Família", clique aqui;

Sobre as nossas propostas para uma política familiar nacional, consulte o nosso caderno " Família - Semente do Futuro";

Sobre o Plano +famili@, clique aqui;

Sobre a resposta da sociedade civil ao nosso desafio para que ser mais custe menos, veja as facilidades para sócios da APFN;

Sobre como aderir ao Plano +famili@, oferecendo facilidades às famílias numerosas, veja como contactar-nos.

  

3- Japão: Adultos são novo público-alvo para brinquedos
Duncan Bartlett
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/05/060501_japaobrinquedosadultosrw.shtml
Abra qualquer caixa de brinquedo moderno de criança e você provavelmente vai descobrir que ele foi fabricado ou desenvolvido no Japão. Mas o problema para os fabricantes japoneses de brinquedos é que a população em queda do país significa que há hoje menos crianças do que nunca para brincar com eles. Isso fez com que os fabricantes de brinquedos passassem a olhar com mais atenção para os adultos em busca de potenciais clientes.
Em 2005, a população do Japão encolheu pela primeira vez desde que os registros começaram. Se a tendência atual continuar, a população do Japão poderia cair até 2050 dos atuais 128 milhões para apenas 100 milhões.
Boneca falante
Tome como exemplo a Tomy, fabricante que teve um campeão de vendas internacionais com os robôs para crianças Transformers. Uma das últimas linhas de brinquedos da companhia é uma boneca que está vendendo bem entre as mulheres adultas, especialmente as com mais de 60 anos.
A boneca robótica falante diz à dona o quanto a ama e dá as boas-vindas quando ela volta para casa. A maioria das compradoras é de mulheres aposentadas que vivem sozinhas. "Muitas mulheres mais velhas compram essas bonecas e as tratam como verdadeiros netos ou netas", diz Yuko Hirakawa, da Tomy. "Você pode falar com a boneca e ela vai te dizer que te ama muito. Se você segurar a boneca, seu peso é o mesmo de uma criança pequena", diz.
Expansão
A Tomy recentemente se fundiu com uma companhia concorrente, a Takara. "A taxa de nascimentos decrescente é hoje um problema não só para nosso país, mas para nossa indústria, também", diz o presidente da companhia, Kanataro Tomiyama.
"Temos que desenvolver novos brinquedos muito excitantes para as crianças, mas nossa estratégia é expandir a faixa etária dos consumidores dos nossos brinquedos. Estamos mudando a definição de brinquedos", diz.
"Vamos atrás dos adolescentes, de pessoas de vinte e poucos ou trinta e poucos anos, de donas-de-casa, famílias e pessoas mais velhas também. É uma cultura diferente, mas temos tido muita sorte", afirma Tomiyama.
Games
Outra companhia de brinquedos que vem tendo que adaptar seus produtos para os adultos é a Nintendo. Seu "Game para Treinar o Cérebro" é um grande sucesso no Japão com pessoas com mais de 60 anos que acreditam que o jogo pode ajudá-los a manter a agilidade mental.
O jogo de computador apresenta uma série de quebra-cabeças baseados em questões matemáticas e em ortografia japonesa. Ele também permite aos jogadores manter um registro para saber o quão afiadas estão suas respostas.
Apesar disso, os jogos para adultos não são novidade no Japão. Uma atividade popular de longa data é o pachinko, uma espécie de fliperama praticado em casas de jogos pelos adultos. Os jogadores mais capazes ganham prêmios em dinheiro, mas a maioria das pessoas vê isso como um passatempo relaxante.
 

4- Queda da natalidade é conseqüência da falta de amor, diz o Papa

VATICANO, 28 Abr. 06 (ACI) .- Em uma mensagem dirigida aos participantes da Pontifícia Academia de Ciências Sociais, reunidos desde hoje para abordar o tema “Juventude que desaparece? Solidariedade com os meninos e os jovens em uma época turbulenta”, o Papa Benedicto XVI assinalou que a queda da natalidade é conseqüência de uma crise de amor.

Na carta, o Pontífice afirma que hoje existem “duas tendências significativas e interrelacionadas: por um lado, um incremento da esperança de vida, e por outro, uma diminuição dos índices de natalidade”.

“Esta situação é o resultado de uma série de causas múltiplos e complexas”, cujas “razões últimas são morais e espirituais; estão relacionadas com uma preocupam-se perda de fé, de esperança e de amor”, diz o Santo Padre.

“Possivelmente a falta de um amor criativo e aberto à esperança é o motivo pelo que muitos casais não se casam, ou explica porquê fracassam tantos matrimônios e porquê os índices de natalidade diminuíram notavelmente”, adiciona a carta.

O Santo Padre destaca que as crianças e os jovens, “freqüentemente, em vez de sentir carinho e de sentir-se amados, são simplesmente tolerados. Em uma ‘época de turbulência’, não encontram guias morais adequados no mundo dos adultos” e muitos “crescem em uma sociedade que esquece a Deus e a dignidade inata da pessoa humana criada a imagem e semelhança de Deus”.

“Em um mundo caracterizado por processos de globalização cada vez mais rápidos –adiciona a carta do Pontífice-, estão expostos unicamente a uma visão materialista do universo, da vida e da realização humana”.

Benedicto XVI assinala logo que os pais, educadores e responsáveis pela sociedade “não podem renunciar a sua responsabilidade de inculcar nas crianças e nos jovens o dever de escolher um projeto de vida dirigido à felicidade autêntica, capaz de distinguir entre a verdade e a mentira, o bem e o mal, a justiça e a injustiça, o mundo real e o mundo da ‘realidade virtual’”.

O Papa anima aos participantes na plenária a confrontar nos próximos dias o tema da liberdade interior, “condição para um autêntico crescimento humano”, já que, diz, “se não existir ou se ficar em perigo, os jovens experimentam a frustração e são incapazes de lutar com generosidade pelos ideais que marcam suas vidas como indivíduos e membros da sociedade”.

Os cristãos, termina o Papa, “devem convencer-se de que a fé, vivida na plenitude da caridade e transmitida às novas gerações, é um elemento essencial para construir um futuro melhor e proteger a solidariedade intergeneracional”.
 

5- O Direito de Viver!!!

Muitas pessoas que defendem o aborto de fetos anencéfalos, falam que não há motivos para se manter uma gestação de uma criança que talvez não chegará a nascer e caso nasça, viverá no máximo por 15 minutos. Diante disso, faço a seguinte indagação:

Se alguém lhe falasse que você terá mais 15 minutos de vida, você iria querer morrer agora, ou iria querer viver esses últimos 15 minutos? Com certeza sua resposta seria favorável a mais 15 minutos de vida! Muito bem, nós temos como defender esses nossos mais “15 minutos de vida”. E no caso de crianças inocentes, quem responderá por elas? Quem defenderá os seus ”15 minutos de vida”, que sejam?? Cabe a nós, defensores do direito à vida, responder por elas! Que possamos nos encorajar nessa luta árdua, mais vitoriosa, pois Deus está conosco, em defesa à vida!!!

Abraços, deste amigo em defesa à vida,

Rafael Sutter de Oliveira (Petrópolis-RJ).

 

6- Publicidade proibida
Adital - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) finalmente proibiu qualquer tipo de publicidade dos remédios Cytotec, Citotec e Prostokos, usados por quem pratica ABORTOS ilegais, que eram anunciados para comercialização via Internet. Foram identificadas pela Anvisa 31 páginas que faziam menção aos medicamentos. Nestas páginas foram identificados remédios vendidos na forma de kit, com gel e luvas, formando um kit completo, que até ensina a fazer o ABORTO.

"Devemos estar atentos para que esta proibição se efetive, e não reapareça quando as coisas esfriarem'", adverte Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária e diretor do Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa - www.inbravisa.com.br ), entidade que atua na área e recebe denúncias sobre comercialização ilegal de produtos de saúde.
O Inbravisa alertou sobre este comércio ilegal em programa de TV no dia 15 de março de 2006. As complicações decorrentes de ABORTO constituem-se como a quarta causa de mortalidade feminina no país, segundo dados do Ministério da Saúde.
  

24 de março de 2006 - 19:14

7- Mau uso de medicamento faz Anvisa tirar ofertas do ar

Indicado para problemas gástricos, remédio é usado como abortivo

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou do ar vinte diferentes páginas da internet que anunciavam a venda o medicamento Cytotec, indicado para problemas gástricos, mas utilizado indevidamente como abortivo porque promove fortes contrações uterinas. A resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Anvisa que trata do assunto será publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, dia 27.

A prática do aborto com o Cytotec pode trazer graves conseqüências para a saúde da gestante ou mesmo provocar a morte. As crianças que sobrevivem a esses episódios, e há muitos casos constatados na rede pública de saúde, têm seqüelas graves e permanentes.

De acordo com informações do site da Anvisa, a ação de fiscalização, chamada de Scanner, se desenvolveu durante 72 horas, desde a última segunda-feira. Pelo que foi constatado pela equipe de fiscais da agência, as pessoas que fazem a comercialização ilegal do medicamento hospedam seus anúncios em sites de relacionamentos, fóruns virtuais de discussão e páginas temáticas ou individuais (blogs). Utilizam inclusive provedores de instituições que são declaradamente contrárias à prática do aborto.

"Kit Aborto"

Outro aspecto que chamou a atenção dos fiscais da Anvisa é que o medicamento vendido nos sites nem sempre é o produto de nome comercial Cytotec, produzido pelo laboratório Pharmacia Brasil LTDA. Alguns comprimidos são falsificados. Nas páginas retiradas do ar pela Anvisa existem ofertas chamadas de "Kit Aborto", com explicações de como se pode provocar a expulsão do feto e, além do comprimido, traz luvas descartáveis, cremes vaginais e antiinflamatório.

Lançado no Brasil em 1984 para tratamento e prevenção de úlceras gástricas e duodenais, o Cytotec tem como princípio ativo o Misoprostol, responsável pelas contrações uterinas experimentadas pelas usuárias. Por causa desse efeito, o remédio tornou-se popular a tal ponto que, em 1998, o Ministério da Saúde por meio de portaria restringiu a venda do produto apenas para hospitais credenciados. Após a autuação e suspensão de veiculação dos anúncios, a fiscalização da Anvisa encaminha as informações à Polícia Federal e ao Ministério Público a fim de que sejam instaurados procedimentos de investigação das responsabilidades cíveis e criminais.

http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/mar/24/296.htm

 
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u119730.shtml
8- Operação tira do ar sites que anunciavam venda de remédio abortivo
da Folha Online
Vinte sites que anunciavam a venda do Cytotec --medicamento para úlcera gástrica utilizado irregularmente como abortivo, cuja venda é proibida-- foram retirados do ar pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde a última segunda (20).
Durante a operação, os fiscais encontraram ofertas de medicamentos falsos e até de um "kit aborto" contendo instruções, luvas descartáveis e cremes vaginais, além de comprimidos do abortivo e de um antiinflamatório.
Menções ao uso do remédio como abortivo foram achadas em sites de relacionamentos, fóruns de discussão e blogs. Elas foram rastreadas por fiscais da Anvisa durante a operação Scanner, que durou três dias.
"A prática do aborto com o Cytotec pode trazer graves conseqüências para a saúde da gestante ou mesmo provocar a morte. As crianças que sobrevivem a esses episódios, e há muitos casos constatados na rede pública de saúde, têm seqüelas graves e permanentes", alerta a Anvisa.
Uma resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa sobre o assunto deverá ser publicada no "Diário Oficial" da União na segunda-feira (27).
O Cytotec é capaz de provocar contrações uterinas e sua venda é permitida apenas para hospitais credenciados desde 1998.
 

9- CONTRA A GUERRA E CONTRA O FETO

Pe Zezinho scj

Bush é um norte-americano que pelo que se sabe dele, não merecia a presidência que arrebatou numa eleição confusa e cheia de lacunas, mas foi muito significativa a marcha de 250 mil pessoas contra Bush no domingo , dia 29 de agosto de 2004. Mostrou a impureza das intenções, o oportunismo, as incoerências e as contradições de uma democracia que se situa entre a permissividade e o pacifismo. Marcharam contra Bush os que queriam o fim da guerra no Iraque, mais verbas para os pobres e os carentes, menos apoio aos donos do dinheiro e aos bancos. Entre eles marcharam, também, os que, ostentando seus cartazes, queriam outro presidente que apoiasse o seu direito de abortar e de casar com alguém do mesmo sexo. Uns queriam o Bush fora do governo para que a América pacifista voltasse ao diálogo com os paises pobres e cuidasse mais dos seus pobres, sem empobrecer os outros povos. Outros queriam uma América que não se metesse na sua vida sexual e no seu direito de reproduzir, ou de interromper uma gestação.

Os cartazes mostravam gente a defender o feto e gente a defender a gestante. Contra ou pro Bush, eles queriam era aproveitar a marcha de 250 mil pessoas e a cobertura que ela geraria na mídia, para fazer valer o seu ponto de vista. Em outras palavras:

um significativo número daqueles 250 mil em passeata, enquanto combatiam a guerra de Bush que sacrificou jovens americanos e indefesos pobres iraquianos, ostentava cartazes pedindo o direito de sacrificar fetos humanos, caso a mãe e o pai não os quisessem. Guerra aos futuros norte-americanos, sim, mas guerra contra os atuais norte-americanos e iraquianos, não!

Incoerente, estranho e estapafúrdio! Queriam o direito de matar um feto porque ainda não parece a pessoa que vai ser, mas não admitiam que se mate soldados e pobres, porque tinham visto o que se fez contra eles. Que tal se a mesma televisão tivesse mostrado os milhões de fetos indefesos extraídos todos os anos de mulheres que quiseram o sexo, mas não quiseram o feto? Mais estapafúrdio ainda é, lá e cá, acusarem de conservadorismo quem tenta preservar um feto humano vivo e de progressista quem tenta preservar um filhote de foca ou de baleia. Cúmulo dos cúmulos é situar como conservador um pregador que cuida de pobres, de doentes, de sem terra e sem teto, mas condena o aborto. Querer mudar a sorte e a situação de pobres, de doentes, de sem teto, de sem terra e de fetos, ao que se sabe, é atitude progressista. Querer destruí-los é que é terrorismo e atitude retrógrada. Mas não é o que a mídia insinua!

É o jogo duro e pesado de marketing do individualismo libertário dos que colocam o seu conforto e os seus direitos acima dos direitos dos mais frágeis, inclusive o de um futuro ser humano que eles mesmos geraram. É a filosofia do individualismo levado às últimas conseqüências. Querem a solidariedade para com o casal infeliz com a gravidez e não admitem a solidariedade para com o futuro ser humano, agora um feto indefeso.

Consideram-se pessoas contrariadas e declaram que as leis em favor do feto as oprimem e cerceiam seus direitos. Para elas o feto que as contraria é ainda não é pessoa, portanto não tem direito algum. Sua filosofia consiste nos seguintes lemas: "Primeiro eu, a pessoa que eu amo agora e as nossas necessidades" "Se quem foi concebido por nós naquele ato amoroso nos atrapalhar, seja ele retirado do nosso caminho. É uma não-pessoa". Não o amamos o bastante para gestá-lo e concebê-lo. Somos soberanos. Nosso corpo é soberano. Nosso amor é soberano. Nosso sexo é soberano. Quisemos este sexo, mas não queremos este feto. Exigimos o direito de escolher e decidir sobre o destino dele. É nosso e não do Governo. O que está neste ventre é um vir a ser , mas nós já somos. Não admitimos que se defenda quem ainda não é uma pessoa contra duas pessoas que já são e que pagam impostos e servem o país.

Rebelando-se contra a ditadura da religião e do Estado sobre o seu ventre, proclamam a ditadura do seu ventre sobre o seu feto! Querem que o Estado os acolha, mas não querem acolher o feto que geraram. A isso, cheia de eufemismos, chamam de PRO-CHOICE. Movimento em favor da escolha. E nós sabemos de que escolha se trata: a de não ter aquele feto. Só que a escolha passa pelo direito de matá-lo.

Os Estados permitem que se tire um tumor maligno de um ventre. Eles querem que o Estado estenda o mesmo direito aos que não querem mais o fruto de seu sexo. Não é algo novo. Esparta já fazia isso há cerca de 23 séculos atrás. Se o filho indesejado, assim mesmo nascesse, entregavam ao Estado para que um funcionário o jogasse no Apothetes, um abismo onde se jogavam os condenados e os indesejados da sociedade. ( Plutarco, Licurgo: 16) Excesso de liberdade é como excesso de proibição: são duas atitudes que acabam em ditadura e mortes! Quem faz, ou não sabe o que faz, ou sabe, mas assim mesmo quer aquele direito: o de extrair um feto, que é um verbo mais suave do que matar.

FONTE: Pe. Zezinho, SCJ

11/04/2006

 

10- Jovens argentinos entregam a deputados 250 mil assinaturas para impedir legalização do aborto

BUENOS AIRES, 29 Mar. 06 (ACI) .- A Escola Virtual Para Pais (EVPP), e outros grupos pró-vida entregaram à Câmara de Deputados da Argentina cerca de 250 mil assinaturas de pessoas que solicitam que o aborto não seja legalizado no país. A campanha começou em Mendoza em 28 de dezembro de 2004, a iniciativa de um grupo de jovens mulheres lideradas por Stella de Binci. Embora no início a idéia fosse realizar a coleta em nível local, logo se estendeu a todo o país graças à colaboração do EVPP, que ofereceu seu site na Internet para chegar a mais pessoas.

O EVPP assinalou em um comunicado que o objetivo destas ações é dar a conhecer as autoridades que os argentinos "nos opomos à legalização deste horrendo crime".

O texto indica que a idéia era entregar as assinaturas em 25 de março, Dia do Nascituro, mas ao cair esta data num sábado, em que os legisladores não se reunem, foi tranferida para hoje terça-feira, 28.

"O dia do Nascituro é a ocasião propícia para fechar esta campanha... e estaremos rezando em cada canto do país para que nossa opinião possa chegar ao coração e à mente de nossos legisladores", explica o comunicado. Afirma que existem congressistas "a favor da vida e é nosso dever oferecer-lhes toda a ajuda necessária para evitar a morte de milhões de argentinos".

Do mesmo modo, adverte que se os argentinos não se mobilizarem e o aborto for legalizado, "seremos responsáveis por não ter feito o suficiente para impedir este horrendo crime".

Mais informação no site: www.evpp.org

  

A Semana - 2/5/2006 11h41
11- Frente Evangélica lança campanha contra infanticídio

www.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=87437

A Frente Parlamentar Evangélica vai realizar amanhã (03/5) um ato público para lançar a Campanha Nacional a Favor da Vida e Contra o Infanticídio.
A antropóloga Keila Pinezi fará uma palestra sobre "Infanticídio e Direitos Humanos", que abordará o infanticídio na teoria antropológica. No debate, a Frente Parlamentar vai apresentar dados e depoimentos sobre a gravidade do problema no Brasil e algumas crianças que sobreviveram ao infanticídio.
O lançamento da campanha está previsto para as 9 horas, no auditório Nereu Ramos.
Da Redação/WS
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
A Agência também utiliza material jornalístico produzido pela Rádio, Jornal e TV Câmara.

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